ESTUDANDO O FUNCIONAMENTO DOS MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICO.




ESTUDANDO O FUNCIONAMENTO DOS MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICO.


Histórico e Funcionamento da Máquina de Indução Trifásica.
As máquinas revolucionaram o mundo, trazendo modernidade quando utilizadas na indústria. Um inventor austríaco chamado Nikola Tesla, resolveu em torno de 1880 estudar o campo girante aplicando sua teoria sobre ele. Com isso surgiu a máquina de indução (modelo particular das máquinas de corrente alternada), sendo esta financiada originalmente por George Westinghouse.

Tal descoberta impulsionou a Revolução Industrial, tornando-se o principal tipo de conversor eletromecânico utilizado devido ao sistema de alimentação encontrado com maior frequência ser em CA ou corrente alternada (por exemplo, a rede elétrica de fornecimento que abastece nossas residências). Significa portanto que essa máquina converte energia elétrica em energia mecânica, princípio de funcionamento do motor, o que justifica sua utilização em diversas aplicações.
Podemos citar inúmeras vantagens relativas aos motores de indução. Estes costumam ser empregados nas situações em que se verificam potências pequenas ou médias, até mesmo quando a variação de velocidade não for necessária. Também chamados motores assíncronos, eles são robustos, possuem custos de produção e manutenção pequenos além de vida útil longa. Exemplos de aplicação: ventiladores, compressores, elevadores, bombas, etc.

 TIPOS DE MOTORES DE INDUÇÃO (ASSÍNCRONOS)

Os motores de indução variam de acordo com sua constituição básica. Formados essencialmente por um estator (parte fixa que recebe a alimentação da rede elétrica em seus condutores) e um rotor (parte girante que está ligada ao eixo o qual aciona uma carga mecânica, sob o efeito do campo magnético produzido pela alimentação das bobinas de armadura ou do estator).
Os tipos de motores de indução conhecidos são: rotor em gaiola “bifásico” e rotor bobinado (anéis). Ou seja, essa classificação varia segundo a forma que assume a peça conectada ao eixo girante (na verdade o rotor) e como estejam distribuídas suas bobinas.
Rotor em gaiola de esquilo (bifásico): Esse rotor apresenta um núcleo ferromagnético laminado com ranhuras em que se encaixam as barras condutoras que o integram, sendo estas curto-circuitadas por anéis coletores nas extremidades. Podem ser monofásicos (exigem dispositivo de partida, sendo o conjugado motor nulo em condições iniciais de funcionamento) e trifásicos que por serem mais práticos, costumam ser utilizados com maior frequência.



Rotor Bobinado (anéis): Motores trifásicos cujas bobinas a eles associadas estão conectadas a uma resistência variável e trifásica (ligação estrela ou Y), pois a corrente de partida é alta e deve ser controlada. Sendo a resistência variável inicialmente o seu valor é máximo, passando a diminuir com o movimento do rotor até atingir a plena carga (condição em que é estabelecido o curto-circuito e essa resistência torna-se nula).



MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICO – PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO.


Finalmente, as máquinas alimentadas em sistema alternado trifásico apresentam-se como sendo ideais a qualquer aplicação. Suas vantagens proporcionam garantia de satisfação quanto ao uso, principalmente pela sua vida útil ser extensa. 

Motores de indução seriam portanto equipamentos vitais ao funcionamento de nossos aparelhos eletrodomésticos, sem os quais não disporíamos da utilidade que eles costumam nos proporcionar.




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Chaves Para Eletrônica – Ferramentas.





Chaves Para Eletrônica – Ferramentas.

Neste artigo vou falar de chaves, mas as chaves que são ferramentas, chave de fenda, chave phillips entre outras. Uma chave de boa qualidade faz a diferença, primeira em deixando as cabeças dos parafusos intactas, sem danificar espanado-as e também em tornar mais rápido e fácil a retirada do parafuso.


Comprar ferramentas baratas é comprar duas vezes ou mais, ou seja gastar em dobro. Abaixo vou mostrar os tipos mais comum de chaves e parafusos usados em equipamentos eletrônicos.
Chaves Para Eletrônica



Acima as principais chaves usadas na eletrônica e abaixo uma breve descrição de cada uma.

Chave de Fenda






chave de fenda é o tipo de cabeça de parafuso mais antiga, mais utilizada e popular no Brasil e no mundo .  A ponta da chave é composta de uma lâmina plana, a desvantagem é que a chave de fenda pode escorregar quando submetido a um forte torque durante o aperto ou soltura do parafuso.
Atualmente tem sido deixada de lado e quase abandonada na eletrônica,  mas entre as aplicações ainda amplamente usada são em aparatos de madeira como móveis e aparelhos elétricos.

Chave Phillips





chave Phillips é a mais usada na eletrônica, e em outras áreas, a ponta da cabeça do parafuso é composta em formato de cruz , ou seja, duas ranhuras em 90 graus em relação um ao outro. A chave Phillips requer menos força para girar o parafuso em relação ao parafuso de fenda, com isso a integridade da cabeça é mantida e o dano acontece mais na ponta da chave.

Chave Torx






chave torx apesar de bem conhecida pelos técnicos em eletrônica é ainda uma cabeça de parafuso desconhecida pelos iniciantes e hobbystas. Esta cabeça de parafuso torx tem um padrão em forma de estrela de seis pontas, tem uma resistência mecânica ainda muito melhor do que os parafusos de cabeça Philips.


O parafuso torx é muito usada em aplicações nas telecomunicações, eletrodomésticos, automóveis entre  outras áreas. Existe também a versão chamada torx 2,  torx de Segurança ou torx inviolável que ​​tem uma pequena quia, e a chave um orifício, com isso que se encaixa melhor uma a outra evitando ainda mais deslises.

Existem dezenas de variações de chaves torxs, como a  torx Plus entre outras.

Chave Allen




chave Allen é bem conhecida, muito usada em mecânica, principalmente automotiva, mas também é usada na eletrônica. Ela é muito parecida com a torx, podendo em certos casos uma substituir a outra, só não é aconselhável.
A Allen tem em seu parafuso um orifício hexagonal, a ranhura tem seis lados que formam um ângulo de 120 ° entre si.  A chave tem seis lados e produz um torque excepcional.

Este é um artigo simples sobre chaves, existem centenas de tipos, aqui só estão as principais usadas na eletrônica.


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CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA: USO DO BANCO DE CAPACITORES.




CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA: USO DO BANCO DE CAPACITORES.

Um conceito amplamente discutido e motivo de inúmeros debates entre profissionais da eletricidade, consiste na forma de aproveitamento da energia consumida pelas cargas em determinada instalação, também chamada fator de potência

O sistema da concessionária provê a distribuição da energia aproveitada para a realização de trabalho útil (potência ativa, medida em kW) e a energia que não realiza trabalho e serve apenas para magnetizar bobinas em motores e transformadores (potência reativa, medida em kVAr). O cliente industrial através de contrato estabelecido junto à companhia energética de sua cidade, recebe energia tanto ativa como reativa, sendo a última trocada com o sistema elétrico.


CONCEITO DE FATOR DE POTÊNCIA    
Normalmente em circuitos de corrente alternada (CA) contendo característica resistiva, dizemos que a tensão e corrente existentes encontram-se em fase. Isso significa que o comportamento das ondas que identificam essas grandezas é o mesmo ao longo de um ciclo, determinado pela frequência com que tal movimento se repete de modo completo. Porém se no circuito existem cargas indutivas ou capacitivas, tais elementos armazenam energia e a devolvem à fonte (rede elétrica da concessionária) posto que não é realizado trabalho útil nesse caso. Logo, teremos um fator de potência considerado baixo e uma corrente maior será necessária para realizar o mesmo trabalho que num circuito com alto fator de potência.
O fluxo de potência é definido por 3 componentes então:
Potência Ativa (P): energia que aciona cargas resistivas e transformada em trabalho útil. Sua unidade de medida é o kW (quilowatt).

Potência Reativa (Q): energia armazenada por componentes indutivos e capacitivos e que não realiza trabalho, pois é devolvida à fonte após gerar campo elétrico ou magnético. Sua unidade de medida é o kVAr (quilovolt ampère reativo).
Potência Aparente (S): vetor resultante que apresenta duas componentes que são as potências ativa (P) e reativa (Q). Sua unidade de medida é o VA (Volt-ampère).



Triângulo de Potências mostrando as componentes da potência aparente (S)
Quando as ondas de tensão e corrente são senoidais, esse triângulo acima representa a relação entre as potências aonde P é a componente horizontal de S e Q a componente vertical.



Sendo o  definido como fator de potência. Então Fator de Potência (FP) seria um índice que mede a eficiência de um circuito na utilização da energia consumida. Em outras palavras consiste na quantidade de energia aproveitada pela carga, oriunda do fornecimento. Essa grandeza assume qualquer valor entre 0 (zero) e 1 (um). Sendo 0, toda energia que chega a carga será devolvida à fonte. Sendo 1, toda energia enviada pela fonte será consumida pela carga. Diz-se que o fator de potência será adiantado ou atrasado conforme a relação entre as ondas de tensão e correntes geradas (isso varia de acordo com a carga).
Em se falando de cargas existem três tipos:
Resistiva → A energia segue um fluxo único ao longo do sistema, onde tensão e corrente encontram-se em fase. O fator de potência nesse caso é unitário.
Indutiva → A carga produz potência reativa com um atraso de corrente em relação a tensão. O fator de potência nesse caso está atrasado. Ex.: motores elétricos e lâmpadas com reatores.
Capacitiva → A carga produz potência reativa com um adiantamento de corrente em relação a tensão. O fator de potência aqui está adiantado. Ex.: bancos de capacitores e cabos elétricos enterrados.





Ondas de tensão e corrente em fase. Se essas ondas forem senoidais, FP = 1 resistivo, sendo o ângulo de fase φ = 0º





Onda de corrente atrasada em relação à onda de tensão, logo a carga possui característica indutiva. FP < 1 (atrasado). Φ representa a defasagem entre elas.

Imagem 5

Onda de corrente adiantada em relação à onda de tensão, logo a carga possui característica capacitiva. FP < 1 (adiantado). Φ representa a defasagem entre elas.

O ideal é que se obtenha um fator de potência resistivo, mas na prática isso é impossível quando se utiliza cargas indutivas. Visando anular o efeito de um FP atrasado e buscando torná-lo o mais próximo de 1 é que se utiliza bancos de capacitores com energia reativa contrária à da carga.

BANCOS DE CAPACITORES: SOLUÇÃO PARA CORRIGIR O FATOR DE POTÊNCIA

Sendo o fator de potência indutivo (provocando instabilidade no sistema), quedas de tensão ou até mesmo dissipação maior de potência ocorrerão em consequência da maior quantidade de energia reativa emitida pelas cargas. Significa que será necessária uma corrente maior para produzir a mesma potência útil requerida, pois as perdas irão ser consequentemente maiores também.
As concessionárias estabeleceram o valor 0,92 como ideal para o fator de potência a ser mantido pelos clientes em suas instalações elétricas, conforme resolução normativa Nº 569 da ANEEL de 23 de julho de 2013. Abaixo desse valor, haverá a cobrança por excedente de reativos ajustada pelas regras dos contratos realizados entre fornecedor e cliente. Essa multa é aplicada sobre a energia consumida ao longo de um mês e o fator de potência na condição em que esteja abaixo do valor mínimo exigido.
Visando evitar o pagamento desnecessário de multas por violar as recomendações das empresas responsáveis pelo fornecimento de energia, a solução prática a ser utilizada quando necessário é a instalação dos chamados bancos de capacitores, elementos que conectados ao equipamento cuja produção de reativos for excessiva, evita sobrecarga do sistema durante seu funcionamento. Um fator de potência irregular segundo avaliam alguns engenheiros pode afetar a eficiência da geração e transmissão de energia elétrica.

TIPOS DE CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA

Existem cinco maneiras de instalar um banco de capacitores, objetivando a conservação de energia e uma relação custo/benefício mais atraente. Veja a seguir as peculiaridades relativas a cada método citado.
  • Correção na entrada de energia de alta tensão: Corrige o fator de potência avaliado pela concessionária, porém não elimina os problemas internos da instalação que apresenta excedente de reativos. Apresenta custo elevado.
  • Correção na entrada de energia de baixa tensão: Utiliza em geral bancos de capacitores automáticos, permitindo uma correção expressiva do fator de potência. Aplicado a instalações contendo elevado número de cargas com potências nominais diferentes e aonde o regime de utilização for pouco uniforme. Uma desvantagem observada seria o fato de não haver alívio sensível dos alimentadores que correspondem a cada equipamento.
  • Correção por grupos de cargas: Nesse método, o banco de capacitores é instalado para efetuar a correção do fator de potência em um determinado setor ou conjunto de pequenas máquinas (potências mecânicas menores que 10 cv). Localiza-se no quadro de distribuição que alimenta tais equipamentos. Não reduz a corrente nos circuitos de alimentação, o que consiste em um inconveniente característico.
  • Correção localizada: A instalação do banco de capacitores é feita junto ao equipamento para o qual se pretende corrigir o fator de potência. Consiste numa solução adequada tecnicamente falando, com algumas vantagens enunciadas a seguir:
  1.  Reduz as perdas energéticas em toda a instalação;
  2. Diminui a carga nos circuitos de alimentação dos equipamentos;
  3. Pode-se utilizar em sistema único de acionamento para a carga e o capacitor, economizando-se um equipamento de manobra;
  4. Gera potência reativa somente onde é necessário.
  • Correção mista: Essa instalação é considerada a melhor e mais completa solução em termos de conservação energética, levando em conta aspectos técnicos, práticos e financeiros. O critério adotado segue as determinações abaixo:
 Instala-se um capacitor fixo diretamente no lado secundário do transformador;
  1. Motores de aproximadamente 10 cv ou mais, corrige-se localmente (tendo cuidado com motores de alta inércia, pois nesse caso não se pode dispensar o uso de contatores para manobra dos capacitores desde que a corrente nominal deles seja superior a 90% da corrente de excitação do motor);
  2. Motores com potências inferiores a 10 cv são corrigidos por grupos;
  3. Redes próprias para iluminação com lâmpadas de descarga, contendo reatores de baixo fator de potência, corrige-se na entrada da rede;
  4. Na entrada instala-se um banco de capacitores automático de pequena potência para equalização final.

CONCLUSÃO

Observamos que o fator de potência interfere diretamente na qualidade da energia distribuída pela rede elétrica à qual nossas residências estão ligadas. Quando o aproveitamento dessa energia é feito de modo a produzir a menor instabilidade possível no transporte das cargas, ocorre uma ganho em eficiência na entrega do produto. O banco de capacitores torna-se muito útil quando o excesso de cargas reativas principalmente no setor industrial causa desníveis de tensão e perdas que desestruturam o fornecimento, constituindo nesses casos solução direta para evitar distorções ou falhas com prejuízos diretos ao consumidor.

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COMO CALCULAR A VELOCIDADE DO MOTOR ELÉTRICO?





COMO CALCULAR A VELOCIDADE DO MOTOR ELÉTRICO?


Este assunto motor elétrico é sempre bom esta sendo atualizados e reforçando alguns pontos mais cruciais para os profissionais de elétrica.  Fizemos estre artigo com o proposito de abordar os fatores que são mais discutidos por ai, como a velocidade dos motores elétricos, relembrando um pouco sobre o cálculo de escorregamento do motor.



Quando você vai fazer a instalação de um motor é essencial que você saiba fazer o calculo do escorregamento, este fator é muito crucial para o processo industrial, isto é, o local onde depende do uso destes motores. Imagine que você vai instalar ou dar a manutenção em uma máquina que rotula garrafas pets, sua velocidade deve ser calculada com os mínimos detalhes e o maior cuidado do mundo, isso por que, deve ser retirado da maquina o máximo de proveito, para que assim seu trabalho auxilie na produção dos rótulos.


CÁLCULOS DO MOTOR
Ante de começarmos a falar sobre o escoamento, vamos dar uma relembrada sobre os conceitos de energia e potência mecânica e elétrica. Os dois aspectos citados faz toda a diferença quando o assunto é calcular o escoamento e a velocidade de seu motor.
Para começarmos, vamos relembrar um pouco da elétrica, o que significa a energia deve estar na ponta da língua de qualquer eletricista, portanto a potência é a correlação entre a tensão e a corrente elétrica, mas cada um possui a sua formula especifica e diferente da visão mecânica.





Para entendermos melhor o que significa a energia e a potência mecânica e porque eles são importantes para a mecânica vou dar uma explicação mais direta, bom, a energia em mecânica é a capacidade em que o corpo faz seu trabalho ou então desenvolve uma força, já a potência, consiste na velocidade em que a energia é aplicada ou consumida e cada item tem a suas próprias formula.
O fator que necessita do escorregamento é quando desejamos saber a velocidade para a sincronia do motor (ns), esta velocidade é a velocidade que é estabelecida pelo campo girante, este cálculo consiste na multiplicação da frequência por uma constante de 120 dividido números de polos.
Por exemplo, você tem um motor que possui cerca de 5 polos, assim de acordo com a formula ficaria, 120/5= 24 ns.
Para os motores gaiola de esquilo, ou assíncronos a formula base é a mesma, porém, existe a necessidade de multiplicar o resultado por 1 metro S, esse cálculo nos traz a rotação do eixo do motor sob carga nominal.

ESCORREGAMENTO

Existem alguns fatores que fazem com que a velocidade do motor deixa de ser exatamente aquela que ele esta projetando para a estrega, isto é, as velocidades reais do campo girante magnético como sabem, esta velocidade poderá variar ao aplicar uma carga mecânica.
Todos os motores elétricos possuem uma diferença natural entre as velocidades do campo magnético do motor contra a velocidade real do rotor, esse fenômeno da perda de velocidade consiste no famoso nome “Escorregamento”, e todos os fabricantes são obrigados a fornecerem este valor e com isso cada fabricante possui um valor de escorregamento. Este na maioria dos fabricantes é fornecido pelos fabricantes em porcentagem.
Podemos ainda poder calcular esse escorregamento, o conceito de escorregamento consiste na diferença entre a velocidade do rotor (n) e a velocidade do campo girante magnético (ns). Um ponto que deve tomar nota é em questão ao motor vazio, isto é, não possui carga, nesta situação a rotação é praticamente a síncrona, por definição, podemos falar que o escorregamento diminui com o aumento da potência. Assim, se formos jogar na formula ficaria:
S% = 100 * (ns – n) /ns





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O Que É o Relé Eletrônico?






O Que É o Relé Eletrônico?

O relé é uma espécie de roteador eletromecânico. Ele permite a adequada distribuição dos sinais eletrônicos de um sistema, de modo que execute sua função. O relé feito de um sistema eletrônico é chamado de relé eletrônico e é muito relevante na hora de instalar a parte elétrica de um imóvel.



Uma das principais características de um relé eletrônico é que ele é misto: eletromecânico e eletrônico. Ele pode ser ativado com correntes elétricas relativamente fracas.
Isso permite que ele controle circuitos com correntes elétricas altas (lâmpadas, motores, máquinas industriais) a partir de dispositivos eletrônicos como circuitos integrados, transistores e fotoresistores de correntes baixas.
No nosso dia a dia, os relés estão presentes no mecanismo de abertura e fechamento de portas automáticas, de elevadores, em sistemas de tratamento de água, na iluminação de nossas casas, na fabricação de carros e no transporte público.

Estrutura e Funcionamento do Relé Eletrônico

Um relé eletrônico é constituído de uma bobina, um circuito magnético e por contatos.

A bobina é a geradora do campo magnético necessário para acionar o circuito magnético. Basicamente, ela é um rolinho de fio de cobre esmaltado.
Ela possui limites de temperatura que variam de 110 a 150 graus, e sua potência fica entre 0,5 W e 2 W, chegando a 6 W nos modelos de relés de potência.

Já o circuito magnético do relé eletrônico é mais complexo: é acionado por circuitos eletrônicos, que são ativados pelas correntes elétricas já citadas. Então, energiza as bobinas.
Ele possui uma armadura fixa – tipo um suporte do relé – e uma móvel, cujo campo magnético do núcleo promove os movimentos de dois contatos. Essas peças são de ferro doce ou ligas especiais que evitam uma magnetização permanente.
Os contatos são ativados pelo circuito magnético gerado pela bobina. Eles são os elementos que efetuam a abertura ou fechamento do circuito.
Em outras palavras, Os contatos se atraem e abrem ou fecham circuitos. Quando a corrente da bobina é interrompida, os contatos voltam para os seus respectivos lugares.
No que se refere aos materiais, a prata é o mais usado na fabricação de relés. Os de ouro são indicados para atuar junto a correntes de baixa intensidade e os de platina resistem a agentes atmosféricos e centelhas.
Finalmente, relés de tungstênio devem ser empregados em correntes de cargas indutivas e tensões elevadas.

Tipos de Relés Eletrônicos



Relés de estado sólido são dispositivos inteiramente eletrônicos que realizam funções de isolamento e comutação. Ele se vale das propriedades elétricas, eletrônicas e óticas de itens semicondutores e componentes elétricos.
Esses relés são amplamente utilizados em ambientes domésticos para ligar e desligar lâmpadas de diversos tipos.

Também conhecidos como relés de sobrecarga, os relés térmicos protegem motores elétricos contra sobrecargas de energia, evitando o superaquecimento.

Já os relés de proteção criam campos eletromagnéticos a partir de correntes elétricas e estimulam mudanças de estados dos contatos para ligar ou desligar dispositivos. Medem grandezas de tensão, isolamento, temperatura, sequência de fase, entre outros.
Relés do tipo batente devem ser empregados quando uma baixa quantidade de energia na bobina são capazes de ligar e desligar circuitos com altas tensões e correntes.
Os relés podem ser, ainda, classificados como abertos, fechados ou selados.
Em equipamentos fechados, cujo interior não está sujeito a fatores como umidade ou sujeira, podem ser utilizados os relés abertos. No entanto, a maior parte das aplicações comuns empregam relés fechados, em geral dentro de caixas plásticas.
Relés selados são utilizados em sistemas que se utilizam de combustíveis, com perigo de explosão envolvido.

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É possível utilizar um inversor trifásico em uma rede monofásica 220Vac?





Olá pessoal
Atendendo mais uma dúvida de nossos clientes, no vídeo de hoje, mostraremos um inversor trifásico em uma rede monofásica, seguindo critérios para o funcionamento. Lembrando que, atualmente no mercado, existem diversos inversores para redes monofásica e/ou trifásicas. Recomendamos que compre conosco seu inversor seguindo as características de sua rede elétrica.

Desculpem-nos, utilizamos o termo “bifásico” de modo errado. É monofásico 110 ou 220Vac. Bifásico são equipamentos que pode-se mudar a tensão! Portanto, estamos apresentando um inversor monofásico em uma rede trifásica 220Vac.





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Abraços





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Benefícios conquistados através da Automação Industrial.




Benefícios conquistados através da Automação Industrial.


No domínio das indústrias, ou em qualquer outro lugar que demande produção de algum bem, os benefícios da automação industrial podem ser considerados ilimitados. Isto porque ao automatizar um processo, é possível aumentar significativamente o seu desempenho global. Este motivo por si só, já é um grande responsável por fazer com que a automação industrial seja cada vez mais popular em todo o mundo.



Existem vários tipos de sistemas de automação industrial a fim de atender diferentes exigências e demandas de mercado. De fato, não são todos os tipos de sistemas automáticos necessários em uma fábrica que estejam disponíveis para comprar no mercado como um item de prateleira.
No intuito de automatizar, as indústrias precisam primeiramente projetar, avaliar e adquirir componentes automatizados a fim de construir um sistema industrial automatizado. É por isso que todos os tipos de necessidades podem ser colocadas sob um sistema de automação industrial fazendo com que haja grande adequação a diferentes demandas.
Antes de ir a fundo sobre os benefícios da automação industrial, gostaríamos de apresentar uma definição simples de sistemas de automação industrial: O que é na verdade um sistema de automação industrial? É um sistema dinâmico, capaz de controlar e prover automaticamente qualquer tipo de produção em indústrias, utilizando um sistema de computador de inteligência artificial.
O sistema de computador possui diferentes unidades e peças com tarefas e comandos específicos a fim de operar um equipamento, máquina ou linha de produção. Vários tipos de sensores e processadores também estão ligados ao computador principal para que seja possível obter todos os dados necessários durante o tempo de produção. Alguns acionadores mecânicos também podem ser aplicados no sistema para execução de tarefas difíceis.
Com a definição do que é um sistema de automação industrial, podemos então apresentar alguns benefícios conquistados com a sua implantação:

1) Aumento da produtividade

Um dos benefícios mais significativos atingidos com a automação industrial é a melhoria e o aumento da produtividade. A automação aplicada à máquinas automáticas permite o alcance de ciclos de produção mais velozes com maior eficiência e repetibilidade.
Um trabalhador ou pessoa não pode fazer um trabalho específico de novo e de novo com precisão perfeita, mas um sistema de automação industrial pode fazer este trabalho com o mesmo resultado. Isto é possível, pois o sistema de computador principal é dotado de instruções para executar o trabalho com o máximo de precisão.
2 ) Redução de Custos
Um sistema de automação industrial é capaz de reduzir os custos de instalações, pois podem oferecer um ágil retorno sobre o investimento através do aumento na produtividade e eficiência. Com um sistema automatizado e auto operado, não serão mais necessários trabalhadores humanos para realizar atividades extras pois vários destes sistemas automatizados são especialmente projetados para executar diferentes métodos de produção sem qualquer instrução de operadores humanos.
Um outro fator que contribui para redução de custos reside no fato de que a maioria dos sistemas automatizados são concebidos para economizar energia elétrica quando não estão em uso.
Soma-se ainda o fato de que a automação industrial não só simplifica as tarefas de trabalho intensivo e reduz os custos da força de trabalho como também minimiza a criação de materiais e resíduos.
3) Melhoria da Qualidade
Máquinas automatizadas são capazes de fornecer resultados consistentes e repetíveis. Quando os fabricantes utilizam a automação industrial, eles eliminam os problemas de controle de qualidade envolvidos com o erro humano. Com automação industrial, os processos podem ser cuidadosamente regulados e controlados, de modo que a qualidade do produto final seja mais consistente.
Assim, se a indústria produz alimentos, a automação garante os tempos de mistura, aquecimento e espera na fabricação do produto. Se por outro lado, é uma indústria que necessita produzir soldas exatas e consistentes, robôs em operação farão soldas padrões mantendo a uniformidade e qualidade. Veja que o resultado é a diminuição ou eliminação de erros de processo e consequentemente aumento de qualidade.

4) Segurança

O projeto de um sistema automatizado industrial deve ter a premissa da segurança. Isto porque as organizações são totalmente planejadas para reduzir acidentes. No Brasil temos ainda uma norma regulamentadora (NR-12) que obriga os fabricantes de máquinas a seguirem rigorosamente práticas de segurança.
Um operador humano pode acidentalmente cometer erros ao operar uma máquina manualmente, mas um sistema industrial automatizado não pode cometer erros, pois é um sistema operado por computador e devido a este controle, as chances de acidentes são muito mais baixas em um sistema automatizado.
As máquinas industriais geralmente são projetadas para trabalhar em ambientes de temperaturas extremas, locais explosivos, fundição, processos químicos e outros ambientes que envolvem riscos potenciais para trabalhadores humanos. Nestes locais onde existem riscos à saúde no manuseio e produção dos produtos, os sistemas de automação industrial são capazes de fornecer o máximo de segurança, pois além de operarem com Movimentos pré-programados, podem eliminar totalmente a necessidade do contato humano.

5) Vantagem Competitiva

A fim de sobreviver na economia global de hoje, as empresas devem manter-se cada vez mais competitivas. E outra vez, a automação industrial tem proporcionado às empresas de manufatura a capacidade de ficar em sintonia ou até mesmo passar à frente dos seus concorrentes.
Células robóticas, por exemplo, são capazes de fornecer às empresas as ferramentas necessárias para diminuir os tempos de ciclo, melhorar a qualidade e reduzir custos. Sendo assim, a automação industrial possibilita às empresas permanecerem mais fortes diante de turbulências econômicas e ameaças externas.

6) Precisão

A precisão é um dos principais pontos dos benefícios da automação industrial. Isto porque todas as variáveis envolvidas nos processos de produção são medidos pelo computador principal, que geralmente possui um programa de inteligência artificial embutido. Este programa assegura a precisão e o tempo para a produção. Sem esse tipo de programa computadorizado seria impossível manter uma boa precisão e timing. Enquanto o sistema está em uso, diferentes tipos de sensores e processadores também são utilizados para o monitoramento de todo o processo para manter a precisão. Assim, as probabilidades de falhas na linha de produção são reduzidas ao máximo.

7) Monitoramento Remoto

O monitoramento remoto é um dos benefícios que mais obteve avanço nos últimos anos. Isto porque a operação remota e os sistemas de controle estão cada vez mais integrados na maioria dos sistemas de automação industrial. Estes sistemas permitem a um operador monitorar e controlar (se necessário) os processos de produção a partir de uma determinada distância.
É possível ainda estabelecer uma conexão Wi-Fi ou pela internet para se comunicar a partir de uma distância muito maior. Os sistemas podem ainda ser baseados em sinais de rádio, infravermelhos ou Bluetooth.

Automação Industrial: Quebra de paradigma?

Como podemos observar acima, são grandes os benefícios oferecidos pela automação industrial. Por muitos anos os engenheiros e designers de tecnologia estiveram focados em desenvolver soluções altamente tecnológicas. Observa-se, no entanto, que recentemente este avanço atingiu um estado muito mais amadurecido. 

Os custos de aquisição diminuíram e as alternativas aumentaram ao passo que cada vez mais diferentes indústrias passaram a implantar sistemas de automação industrial para acelerar a capacidade de produção. Os benefícios da automação industrial tornaram-se muito evidentes, o que fez da automação uma alternativa mais atraente.



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