Como Medir Tensão Elétrica Utilizando Multímetro Digital ou Analógico.





Como Medir Tensão Elétrica Utilizando Multímetro Digital ou Analógico.

Para medir e ter certeza do nível da tensão elétrica da rede devemos usar um multímetro, pode ser um multímetro analógico ou digital, isso não importa, o que é importante é que sua chave seletora deve estar na seção ACV e na primeira escala superior mais próxima da tensão a ser medida.


O nível da tensão elétrica existente na rede de energia elétrica nós temos conhecimento, que dependendo da região pode ser 110 volts ou 220 volts.


Para medir, encoste uma das pontas de provas em um dos fios e a outra ponta de prova no outro fio, em medidas de tensão alternada (ACV) não é necessário observar qual das pontas de prova fica em qual fio, pois se trata de tensão alternada, e com as pontas de provas encostadas nos fios, visualize no display do multímetro o nível de tensão, observe se confere com a tensão da rede de energia elétrica.


Um estudo detalhado para usar um multímetro levaria vários dias, mas no nosso caso isso não será necessário, com pouca experiência, é obvio que devemos ter a máxima atenção no uso do multímetro, que como o próprio nome diz, executa várias funções e mede várias grandezas.


Todas as vezes que tivermos que utilizar o multímetro, deve ser observada a posição da chave seletora da escala da grandeza a ser medida, evitando danificar o multímetro ou medir algo, que não corresponde com o que se deseja medir.


Se for necessário medir uma bateria de carro, onde a tensão obviamente é contínua, deve ser escolhida a seção DCV e a escala que possuir como valor máximo, a primeira escala superior ao valor que será medido, e ao mesmo tempo o valor mais próximo possível, de forma que, se o multímetro possuir uma escala de 15 volts e uma escala de 30 volts, deve ser escolhida a escala de 15 volts e a seção será a seção DCV, pois esta é a seção destinada a medir tensão contínua.


Como a tensão é contínua, a posição das pontas de prova deve ser observada, a ponta de prova preta deve fazer contato elétrico com o negativo, a ponta de prova vermelha deve fazer contato elétrico com o ponto positivo em que se deseja medir a tensão.


Se for necessário medir a tensão de uma rede de energia elétrica, onde a tensão é alternada, e que se espera encontrar 220 volts, deve ser escolhida a seção ACV e a escala que possuir como valor máximo, a primeira escala superior ao valor que será medido, e ao mesmo tempo o valor mais próximo possível, de forma que, se o multímetro possuir uma escala de 200 volts, e uma escala de 300 volts, deve ser escolhida a escala de 300 volts na seção ACV.




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Como Identificar Erros no Reator Eletrônico.




Como Identificar Erros no Reator Eletrônico.
Passam os tempos, as tecnologias na iluminação avançam, saímos das incandescentes, passamos para lâmpadas fluorescentes compactas e junto delas as lâmpadas fluorescentes longas com reator eletrônico, mas mesmo assim, quando sua luminária resolve ficar na escuridão e deixar você nas trevas a primeira a ser culpada é a lâmpada.

Porém, por algumas vezes você pode errar, e se o motivo da ausência de luz não for um problema da rede ou então de mau contato na sua luminária a falha com certeza estará em seu reator eletrônico, equipamento esse com objetivo único de manter a luminosidade estabilizada de maneira a evitar oscilações na corrente que podem ocasionar o superaquecimento ou até mesmo baixo desempenho da sua lampa.

E daí então vem à boa pergunta como identificar o problema no reator eletrônico? Como sei que meu reator está prestes a me deixar na mão?

Como saber se o problema esta no reator eletrônico





Antes de tudo observe o funcionamento da sua lâmpada, claro se ela ainda estiver acendendo, se a intensidade de luz estiver bem abaixo do normal provavelmente a lâmpada não está recebendo uma quantidade de corrente elétrica ideal para seu funcionamento, e dessa forma há grandes chances do seu reator estar pedindo socorro.

Como testar reator eletrônico.


Ao contrário dos reatores comuns, que era fabricado com uma bobina sobre um núcleo de ferrite, os reatores eletrônicos são formados por um circuito complexo com diversos componentes eletrônicos que juntos fazem o trabalho de manter sua lâmpada funcionando em perfeito estado. Dessa forma, enquanto nos reatores comuns bastavam fazer um teste de continuidade com seu multímetro nas saídas da bonina, os reatores eletrônicos demandam mais conhecimento e calma para poder encontrar o componente com falha, ou seja, para encontrar o erro deve-se testar cada item no circuito eletrônico do seu reator.


Vamos listar aqui algumas das verificações que você pode estar fazendo em seu reator e dessa forma substituir somente o componente danificado e não todo o aparelho:

·         Verificar sinais de tensão na entrada: Antes de tudo, meça com seu multímetro como está a tensão que chega até seu reator e verifique se não nenhum mau contato na condutibilidade ou oscilações na rede, dessa forma já garante o sinal de entrada no seu sistema;
·         Verificar sinais de tensão no reator eletrônico: Depois de verificado o sinal de entrada de tensão alimente seu reator eletrônico e meça as saídas par lâmpada, dessa forma você vai confirmar antes de abrir seu aparelho como está o sinal de tensão fornecido para lâmpada, meça também entre reator e a carcaça da luminária para analisar se existe alguma fuga de correte;
·         Resistividade e condutância dos componentes: Após analisado a área externa e não evidenciado nenhum problema o negócio é abrir seu reator eletrônico e medir cada resistor, diodo, capacitor, boninas e etc. Enfim meça com seu multímetro a condutibilidade de cada componente e dessa forma com certeza irá encontrar aquele que ficou aberto e está interrompendo o bom funcionamento do seu circuito.

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Entendendo o Projeto Elétrico - Diagrama do Quadro de Distribuição.





Entendendo o Projeto Elétrico - Diagrama do Quadro de Distribuição.

Depois de entender o diagrama elétrico mostrado em nosso artigo anterior, já sabemos como se distribuem os condutores elétricos pela residência, respeitando as determinações do projetista. No entanto, é importante também ter atenção aos detalhes do quadro de distribuição que possui seu próprio diagrama.

Nesse quadro estão instalados todos os dispositivos de proteção, separados para proteger cada grupo de condutores, ou seja, cada circuito conforme numerado no projeto.



Cada circuito da casa, (Ex: Iluminação 1, TUG 1, Chuveiro, etc.) tem seu próprio dispositivo de proteção. Assim, caso ocorra alguma irregularidade, apenas uma parte da fiação será desligada.


Dispositivos de proteção


Numa instalação elétrica, a proteção é essencial para evitar acidentes como incêndios ou choques elétricos. Confira abaixo os dispositivos mais comuns para proteção dos circuitos numa instalação residencial.

IDR – Interruptor Diferencial Residual.


 Esse tipo de dispositivo serve principalmente para evitar choques elétricos ou o desgaste de equipamentos pela corrente de fuga. Ele funciona com um sensor que detecta a fuga da corrente, e “desarma”, ou seja, interrompe o circuito em que está ligado nas situações em que essa corrente ultrapassa seu valor nominal.


Uma corrente de fuga ocorre quando uma parte da corrente que entra no circuito se perde em sua trajetória, podendo ser desviada graças a um choque elétrico ou por falta de isolação.


Numa residência, em geral utiliza-se IDR com sensibilidade de 30mA, recomendada para proteger contra choques elétricos. IDR’s com sensibilidade superior a essa são usados para proteger o patrimônio, úteis em indústrias.

É importante destacar que esse dispositivo não detecta curtos-circuitos, sendo necessário um disjuntor para complementar a segurança.



 Interruptor Diferencial Residual quadripolar (3 Fases + Neutro). Possui a chave azulpara ativação do dispositivo e um botão branco para testar seu funcionamento.


·         DTM – Disjuntor Termo Magnético


Como o nome sugere, esse dispositivo monitora a temperatura do condutor em que está ligado, e caso ultrapasse seu valor nominal, ele interrompe o circuito no qual está instalado. É usado na proteção contra curto-circuito, pois caso ocorra contato entre uma fase e um neutro ou entre fases, a corrente que flui nos condutores é muito alta e passa a aquecer a fiação.

A ausência de disjuntores, nesse caso, pode levar de danos à instalação elétrica até incêndios domésticos.



Disjuntores Termomagnéticos do tipo unipolar, bipolar e tripolar.


Diagrama do Quadro de Distribuição.


O quadro de distribuição é a origem de todos os circuitos que passam pela residência, ele recebe a fiação do padrão de entrada que vem da rua e distribui os condutores de cada circuito, devidamente protegidos por DTM e IDR.



Exemplo ilustrativo de uma instalação residencial bifásica. Foram usados IDR e DTM em todos os circuitos.


Levando em conta que um IDR chega a custar centenas de reais, a norma NBR 5410 permite usar um único dispositivo como proteção geral contra fuga de corrente, atuando diretamente nos condutores fase e no neutro da entrada, reduzindo assim o custo da instalação.


O projeto, no entanto, deve ser bem executado, pois falhas na isolação podem levar a desarmar esse dispositivo, desligando toda a instalação elétrica desnecessariamente, o que pode ser um transtorno para o consumidor.





Instalação utilizando um único dispositivo IDR
Veja abaixo o diagrama do quadro de força de um projeto elétrico residencial.


Diagrama do Quadro de Distribuição de uma residência com padrão de entrada bifásico e um único IDR para proteção contra choques.


·         No diagrama, representam-se todos os diâmetros da fiação, e as especificações de corrente para cada disjuntor dos circuitos.
·         São previstos ainda espaços para circuitos adicionais.
·         Note que os disjuntores marcados com uma barra correspondem aos monopolares, protegendo cada fase. Os disjuntores com duas barras são bipolares e protegem duas fases. O IDR foi marcado como tripolar, e protege as duas fases e o neutro.


Aprendemos a interpretar de forma prática os diagramas do quadro de distribuição, levando em conta os dispositivos de proteção IDR e DTM.


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Como Converter 220 v em 127 v.




Como Converter 220 v em 127 v.
Muitas pessoas ao mudarem de residências entre municípios, cidades e até de estados sempre se deparam com um probleminha e preocupação que sempre foi unanime, a tensão fornecida pela rede local.
Isso ocorre por que no Brasil existem regiões que as concessionárias de energia operam com tensão entre fase e neutro 220 v e outras a tensão entre fase e neutro 127 v, ambas na frequência de 60hz.

Esse fato incomoda muitas pessoas quando trocam de residência e possuem aparelhos com tensões fixas, ou seja, mora em regiões 220 v e vão para regiões de tensões com 127 v.
E ai você começa pensar que vai ter que comprar vários transformadores e instalar pela casa toda, essa brincadeira com certeza vai sair bem cara, mas vamos nesse artigo te ajudar a verificar a possibilidade de transformar sua tomada 220 v em 127 v, ou se realmente será necessário adquirir transformadores ou até mesmo substituir os equipamentos.

Por que no Brasil existem lugares com 127 v e outros com 220 v?

Tudo começou quando a energia elétrica chegou ao Brasil no início do século 20 e junto delas algumas concessionárias de energia elétrica do mundo inteiro vieram juntos e ficaram sediadas em algumas regiões do país.
As decisões sobre qual seria a tensão ficou então por conta dessas concessionarias e de uma complexa analise de custo para instalação, onde observaram a quantidade por metro quadrado de futuros consumidores, quando era o budget reservado para instalação e quantos e quais materiais seriam necessários, ou seja, cabos, transformadores, etc.
Com isso por exemplo à empresa canadense Tramway light & Power instalou no Rio de Janeiro e em São Paulo o sistema 127 v para as residências, porém as primeiras concessionarias na região nordeste optaram pelo 220 v com neutro.


Também existem relatos que a industrialização da região interferiu na escolha do nível de tensão, já que a tensão de utilização de equipamentos americanos e canadense é aproximadamente 127 v o que consequentemente obrigou as concessionárias a optarem pelo sistema em questão.
Até hoje a divergência entre os níveis de tensão se matem, não posso afirmar que isso não irá se padronizar um dia, entretanto sabemos que o custo para optar por uma rede única sendo 220 v ou 127 v é muito alto.

Como converter uma tomada de 220 v para 127 v

Antes de sair tirando a tomada do local, cortando e emendando fio temos que prestar atenção no sistema de distribuição de energia elétrica, essa distribuição vai nos dizer antes de tudo se existe a possibilidade de transformar uma tomada 220 v em 127 v sem o uso de transformador.
Como já falamos o nível de tensão para cada região é diferente, então o primeiro passo é descobrir qual o nível de tensão da sua região. A ANEEL (Agencia Nacional de Energia Elétrica) disponibilizou o nível de tensões nominais por cidade.
Basta acessar e verificar qual o nível de tensão da sua cidade, preparei dois exemplos de duas cidades no mesmo estado que trabalham em níveis de tensões diferentes:




Cuiabá – MT
Tensão de operação entre Fase – Neutro 127 v.
Com essa informação já podemos separar em duas situações.

1 ª Minha cidade está com tensão de operação entre Fase – Neutro 220 v.

Com essa informação temos que a opção mais viável de rebaixamento de tensão seja com a utilização do transformador.

Cabe alertar que se for optar pela utilização de transformadores os mesmos devem estar dimensionados de acordo com a potência do seu equipamento e lembrando que o mesmo sofre perdas de transformação que dependendo da característica de fabricação irá aumentar o consumo de energia e consequentemente o consumo, verifique se realmente não compensa trocar o equipamento. #fica a dica

2 ª Minha cidade está com tensão de operação entre Fase – Neutro 127 v mas ao testar a tomada foi medido 220 v.

Nesse caso podemos começar a trabalhar em nossa transformação da tomada, o primeiro passo para quem deseja transformar uma tomada 220 v para 127 v é verificar qual o tipo de unidade consumidora, que para consumidores residenciais existem 3 – Monofásica, Bifásica e Trifásica – Podemos olhar isso na fatura de energia que geralmente vem discriminado ou no quadro de Medição, se o caso a ligação seja monofásica se enquadra na 1ª situação.
Caso a ligação seja bifásica ou trifásica podemos alterar a ligação entre as fases.



Supondo que você seja abastecido dessa maneira veja os passos a serem executados:
·         Verificar com aparelho multímetro quem são as fases e quem é o neutro: Para essa verificação basta você testar no modo tensão alternada entre dois cabos e com isso você deverá encontrar um cabo comum que qualquer um dos outros dois o valor será 127 v (Ver desenho acima);
·         Neutro identificado: Após identificar o cabo neutro você deverá então levar o mesmo até a (s) tomada (s) que deseja converter a tensão;
·         Alterando a tomada: Com o cabo no ponto em que deseja fazer a conversão você irá desligar a energia da rede para que possa mexer no cabeamento sem riscos, e então nos bornes da (s) tomada (s) você deverá ligar uma fase e o neutro que acabou de levar, feche a tomada e ligue o circuito.

Lembre-se: Antes de ligar o equipamento verifique a tensão novamente na tomada.


Observações importantes:


É possível que a instalação em edificações comerciais tenham níveis de tensão diferentes da estabelecida pela concessionaria nas edificações residenciais. Shopping Centers é um exemplo aonde geralmente não seguem o nível de tensão usual.
Esse artigo não se aplica a edificações Rurais, pois o sistema MRT (Monofásico com retorno pelo Terra) possui níveis de tensões diferentes do exemplificado.
A norma NR10 (Segurança em instalações e serviços elétricos) estabelece que todo o serviço em eletricidade deve ser feito por profissional habilitado.
Eletricidade é perigoso e causa acidentes que geralmente leva a morte.
É necessário que todos os circuitos estejam equilibrados.


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